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segunda-feira, 27 de outubro de 2008
EP - Pareço Virtual
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quinta-feira, 9 de outubro de 2008
a desordem da ordem.

tudo está fora do lugar ou talvez esteja no lugar que sempre deveria estar. há controvérsias: invadiram sua casa, "arrumaram" as coisas como se fosse o lar dos invasores. aquela perfeita ordem artificial, aquela sensação de invasão íntima. simplesmente ali não é o que era, enquanto não desarrumar tudo, será apenas um novo espaço, não sabe quanto tempo demorará. na verdade, nem tem certeza se não levaram nada, afinal... ele sabia onde estavam as coisas na desordem anterior, espera descobrir logo onde está o velho quadro verde psicodélico, o maldito escalímetro quebrado que era da vovó, os quadrinhos do watchmen, a camisa listrada do verdão de 93, os cds pirateados do velvet underground, do jesus & mary chain e do vanguart, além claro de toda sua coleção de livros beat. maldição! não os acha e sente um profundo vazio, parte de sua vida não está como devia estar. procura em cada pilha que vê. espera que não demore muito, afinal a morte já está batendo à porta com sua foice.
ps. por favor, se ainda existirem erros... avisem, foram 9 editadas em 15 minutos. ando meio desconcentrado.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
adeus, meu porto seguro...

meu navio está totalmente à deriva no grande oceano, abandonei a pouco meu porto seguro, talvez alguém o invada ou o destrua, mas é necessária a partida. mudanças são fundamentais. nesses dois anos e pouco, fizemos pequenas viagens até ilhas e portos próximos, mas nada excepcional. não sei quando voltarei para ai, tampouco sei se sobreviverei ao vasto mundo, mas para isso que vivemos, grandes aventuras piratas. meus marujos estão loucos de ansiedade. parto sem data para volta. sobrevivo com a intenção de viver. pilho para não ser pilhado. e que venha à próxima nova grande aventura. adeus meu porto seguro. talvez seja um até breve, mas o futuro não me pertence, então que seja...
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Domingo
sábado, 23 de agosto de 2008
O chuvisco fino e gelado toca minha pele causando uma deliciosa sensação entre o corpo quente e a água fria. No som Lou Reed declama uma canção tristonha e melancólica. Ponho o braço pela janela com um cigarro aceso na mão... a ponta em chama destaca a escuridão... bato e as cinzas voam calmamente no ritmo do vento com rotações mágicas. E eu cá estou, madrugada adentro, acordado como sempre.
Sometimes I feel so happy
Sometimes I feel so sad
Sometimes I feel so happy
But mostly you just make me mad
Baby, you just make me mad
Linger on your pale blue eyes
Linger on your pale blue eyes
Thought of you as my mountain top
Thought of you as my peak
A thought of you as everything
I've had, but couldn't keep
I've had, but couldn't keep
Linger on your pale blue eyes
Linger on your pale blue eyes
Skip a life completely
Stuff it in a cup
They said, money is like us in time
It lies, but can't stand up
Down for you is up
Linger on your pale blue eyes
Linger on your pale blue eyes
It was good what we did yesterday
And I'd do it once again
The fact that you are married
Only proves you're my best friend
But it's truly, truly a sin
Linger on your pale blue eyes
Linger on your pale blue eyes
If I could make the world as pure
And strange as what I see
I'd put you in a mirror
I'd put in front of me
I'd put in front of me
Linger on your pale blue eyes
Linger on your pale blue eyes
Lou Reed continua a bela canção... traz a melancolia junto com o passar das horas e já são duas e trinta e seis da madrugada... Seus pálidos olhos azuis... minha loucura, minha madrugada, minhas sensações. Acendo mais um e continuo na janela olhando para o negro céu.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
1 ano
1 ano, 82 textos publicados, uns 3 ou 4 que eu gosto. E claro, a tradição de comemorar o 1º ano! Deveria estar no bar comemorando ao invés de escrever essas falácias por aqui. Chega! Leia o texto abaixo!
Grato aos que passam por aqui. E comentam ou não. Não importa...